De acordo com critérios pessoais, tudo o que é contrastante agrada-me.
A minha moral: dispenso lições de moral.
Não é por a mulher ser a negação do homem que vou deixar de gostar de mulheres.
O desconforto, por si só, não justifica uma boa avaliação. Os erros ortográficos, por exemplo, causam-me um tremendo desconforto. São para penalizar.
Mais que a complacência, o que há de detestável no ser português é a preguiça da generalização.
O que vem de fora só é realmente genial até nós irmos lá fora.
P.S.: Bebo o café sem açúcar. Mas nunca engulo as porras.
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