Um homem caminha na companhia do seu cão-mais-fiel. O cão vê um osso. O cão é atropelado junto à Praia do Osso. Fica com os ossos à mostra e rói-se todo.
II
O homem enterra o seu cão-mais-fiel. Volta para a mulher. Quando chega ao pé da mulher, o homem constata que ela o trocou por um cão-mais-fiel do que o homem. O homem rói-se de inveja. A inveja é o osso preferido do homem-cão.
III
O homem-cão, à procura de algum consolo, ladra um poema de O’Neill. O’Neill julga isso muito estranho e escreve a «Poesia-Cão». A mulher do homem-cão apaixona-se por O’Neill e trai o seu cão-mais-fiel.
IV
O cão-mais-fiel da mulher atira-se, por ciúmes e vingança, ao homem-cão. Mantêm uma relação gay. A mulher do homem-cão tem com O’Neill um filho que ronca. O cão-mais-fiel diz que esse filho é um porcão.
V
O’Neill, desesperado, escreve poemas sobre a vida. Liga-se tanto à poesia que acaba por negligenciar a mulher. A mulher-negligenciada separa-se de O’Neill, volta para a casa dos pais e entrega o filho porcão aos cuidados da Pocilga Pia.
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