Já não sei se são as pedras que sangram, se são os meus pés gretados que deixam na rua o rastro da dor que é estar constantemente a caminhar erraticamente. Não faço promessas, é esse o problema. Caminho, corro, pedalo, sem metas, sem destino, sem esperar sequer que alguma coisa aconteça. Também, para quê fazer promessas? Para depois desesperar de não poder cumpri-las?
2 comentários:
[onde a dor das estrelas mortas nos caminhos? dentro, fora, sempre perseguindo os nossos passos, como se fora um espelho invertido]
um imenso abraço
Leonardo B.
Agradeço e retribuo.
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