terça-feira, 12 de janeiro de 2010

BLOOD FROM A STONE



Já não sei se são as pedras que sangram, se são os meus pés gretados que deixam na rua o rastro da dor que é estar constantemente a caminhar erraticamente. Não faço promessas, é esse o problema. Caminho, corro, pedalo, sem metas, sem destino, sem esperar sequer que alguma coisa aconteça. Também, para quê fazer promessas? Para depois desesperar de não poder cumpri-las?

2 comentários:

.Leonardo B. disse...

[onde a dor das estrelas mortas nos caminhos? dentro, fora, sempre perseguindo os nossos passos, como se fora um espelho invertido]

um imenso abraço

Leonardo B.

hmbf disse...

Agradeço e retribuo.