Embora não leia o Pnet Literatura, não posso dizer o mesmo relativamente ao Máscara&Chicote. São opções, podem estar erradas, mas cada qual faz o que pode e a mais não deverá ser obrigado. Sucede que ao optar por ler o Máscara&Chicote incorro no sério risco de ter que ler o Pnet Literatura, tantos e tão frequentes são os envios de uma página para a outra. Hoje, agora mesmo, acabei de ler um texto do Jorge Reis-Sá publicado no Pnet e desmontado a Chicote. Não sei o que pense, nem sei o que diga, mas apetece-me dizer algo. Não me rala nada que o Jorge Reis-Sá pense, escreva, publique, embora esteja desconfiado que não pratique criteriosamente a primeira destas actividades. O que me intriga é que lhe dêem tempo de antena para tantas inanidades. Quer dizer, gostava de saber, por exemplo, o que o Francisco José Viegas ou, vá lá, o Eduardo Pitta pensam daquilo que o Jorge Reis-Sá escreve. Às vezes sinto que a falha pode ser minha. Talvez eu seja um péssimo leitor, talvez não perceba nada disto, talvez ande completamente equivocado, mas os textos e as opiniões do Reis-Sá são assim tão bons ou têm um mínimo de qualidade que justifique a sua publicação? Isto é só uma dúvida.
3 comentários:
Pois eu cá leio o Pnet Literatura sempre que me apetece. Leio o Máscara & Chicote todos os dias (desde que seja actualizado). Quanto ao Senhor Jorge Réis-Sá já um dia disse o que tinha a dizer (http://meianoitetododia.blogspot.com/2008/10/declarao.html).
Mas acho estranho que o Senhor Fortinbras se refira ao Pnet Literatura naqueles termos, pois também ele o lê.
É claro que aprecio mais quando as pessoas dizem o que têm a dizer e assinam com nome próprio. É muito fácil fazê-lo encoberto pelo anonimato. Só vejo uma diferença entre o Senhor Fortinbras e os anónimos que aqui e no meu blogue largam bojardas: o Senhor Fortinbras tem mais piada e melhor gosto (ao nível do whiskey e da poesia).
Um mascarilha a descoberto nunca será a mesma coisa que um mascarilha encoberto.
esse jorge é um tipo com talento abaixo de zero para tudo. tão banal de chegar ao vômito, e escreve e edita e lá dá as trollitadas dele sobre «arte» e cenas (risos).
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