Jesus entrou no templo e pôs de lá para fora todos os que ali estavam a vender e a comprar. Atirou ao chão as bancas dos que trocavam dinheiro e as mesas dos que vendiam pombas. Depois disse-lhes: “Deus diz na Sagrada Escritura: O meu templo será casa de oração. Mas vocês transformaram-no em caverna de ladrões!” (Mt, 21,12)
Jesus entrou no templo e começou a pôr de lá para fora os que estavam a vender e a comprar. Atirou ao chão as bancas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombos e não deixava ninguém transportar coisas pelo templo. Depois começou a ensinar deste modo: “Deus diz na Sagrada Escritura: O meu templo será casa de oração para todos os povos. Mas vocês transformaram-no em caverna de ladrões!” (Mc, 11,15)
Jesus entrou no templo e começou a pôr de lá para fora os que estavam a fazer negócio, dizendo-lhes: “Deus afirma na Sagrada Escritura: O meu templo será casa de oração. Mas vocês transformaram-no em caverna de ladrões”. (Lc, 19,45)
Como se aproximava a festa da Páscoa dos judeus, Jesus foi a Jerusalém. No templo encontrou homens a vender bois, ovelhas, pombas, e os cambistas sentados às suas bancas. Ao ver isto, Jesus fez com umas cordas um chicote e expulsou do templo toda aquela gente com as ovelhas e os bois. Deitou por terra o dinheiro dos cambistas e virou-lhes as mesas. Depois disse aos que vendiam pombas: “Tirem tudo isto daqui! Não façam da casa de meu Pai uma casa de negócio!” Os seus discípulos lembraram-se das palavras da Sagrada Escritura: O meu amor pela tua casa, ó Deus, é como um fogo que me devora. (Jo, 2, 13)
Não deixa de ser irónico que o nascimento do homem que assim se comportou seja celebrado numa correria consumista desenfreada. Ainda não chegámos a Dezembro e já as ruas se atulham de uma hipocrisia insustentável. Campanhas, descontos, promoções, engodos, anzóis, isco. Nos livros, aproveita-se a época para fazer aparecer dezenas de ansiadas e ansiosas edições. Sufocam-se títulos apreciáveis sob toneladas de lixo vendável. Os templos do consumo enchem-se de grevistas, aproveita-se o 13.º mês gastando-o à tripa-forra. Como será se para o ano faltar este incentivo ao consumo? A bem dizer, não sei nem quero saber. Apetece-me fazer como Jesus, correr tudo à chibatada e libertar-me deste stress diário a que alguns chamam, eufemísticamente, prestação de serviços.
Jesus entrou no templo e começou a pôr de lá para fora os que estavam a vender e a comprar. Atirou ao chão as bancas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombos e não deixava ninguém transportar coisas pelo templo. Depois começou a ensinar deste modo: “Deus diz na Sagrada Escritura: O meu templo será casa de oração para todos os povos. Mas vocês transformaram-no em caverna de ladrões!” (Mc, 11,15)
Jesus entrou no templo e começou a pôr de lá para fora os que estavam a fazer negócio, dizendo-lhes: “Deus afirma na Sagrada Escritura: O meu templo será casa de oração. Mas vocês transformaram-no em caverna de ladrões”. (Lc, 19,45)
Como se aproximava a festa da Páscoa dos judeus, Jesus foi a Jerusalém. No templo encontrou homens a vender bois, ovelhas, pombas, e os cambistas sentados às suas bancas. Ao ver isto, Jesus fez com umas cordas um chicote e expulsou do templo toda aquela gente com as ovelhas e os bois. Deitou por terra o dinheiro dos cambistas e virou-lhes as mesas. Depois disse aos que vendiam pombas: “Tirem tudo isto daqui! Não façam da casa de meu Pai uma casa de negócio!” Os seus discípulos lembraram-se das palavras da Sagrada Escritura: O meu amor pela tua casa, ó Deus, é como um fogo que me devora. (Jo, 2, 13)
Não deixa de ser irónico que o nascimento do homem que assim se comportou seja celebrado numa correria consumista desenfreada. Ainda não chegámos a Dezembro e já as ruas se atulham de uma hipocrisia insustentável. Campanhas, descontos, promoções, engodos, anzóis, isco. Nos livros, aproveita-se a época para fazer aparecer dezenas de ansiadas e ansiosas edições. Sufocam-se títulos apreciáveis sob toneladas de lixo vendável. Os templos do consumo enchem-se de grevistas, aproveita-se o 13.º mês gastando-o à tripa-forra. Como será se para o ano faltar este incentivo ao consumo? A bem dizer, não sei nem quero saber. Apetece-me fazer como Jesus, correr tudo à chibatada e libertar-me deste stress diário a que alguns chamam, eufemísticamente, prestação de serviços.
0 comentários:
Enviar um comentário