Li menos de metade dos livros que costumava ler, praticamente não fui ao teatro e ao cinema, devo ter ido a 3 ou 4 concertos. Fiz uma viagem e as férias do costume. O resto foi trabalho. A pergunta que se coloca nestas alturas é: para quê, por quem, em nome de quê e em nome de quem? Tanto desgaste, tanta noite mal dormida, tanta saturação e no fundo da cabeça, como um eco sem fim, as mesmas questões de sempre: para quê, por quem, em nome de quê e em nome de quem?
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