Escrevo estas linhas em São Martinho do Porto, onde vim despedir-me de 2011 e preparar-me para o ano novo. Ontem, a loja dos chineses estava aberta à meia-noite. Com a marginal e a baía cheias de gente a olharem o fogo-de-artifício, pensei no céu estrelado que na noite de sexta-feira brilhava sobre o Lobo Morto. Entre o céu estrelado de sexta-feira e o fogo-de-artifício no sábado, com a loja dos chineses aberta em contracampo, dou graças por ainda haver lareira e lenha que me aqueçam no recolhimento do lar.
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