quinta-feira, 13 de março de 2014

TRÊSTRÊS


José Ricardo Nunes escreve sobre Suicidas no n.º 3, Janeiro de 2014, da revista TrêsTrês: «Ler, escrever, morrer. Esta compulsão confere aos textos um clima de elevada tensão emocional. Mais do que assunto ou tema, os títulos e os escritores convocados funcionam como exemplos, como meros separadores numa escrita torrencial cuja emergência radica na criação de uma alternativa a uma vida que surge marcada pelo tédio, um quotidiano baço e angustiante, o cansaço, a ausência de felicidade. A literatura torna-se no espaço onde a existência se consuma verdadeiramente, mas sem deixar de ser sentida como perda. A escrita de Henrique Fialho, obsessiva, circular, vertiginosa, com uma forte componente onírica, recria este movimento». Clique na imagem ao alto para ler o texto completo.

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