É inevitável que, ao dia de hoje, venhamos a ouvir Je t’aime
moi non plus. No entanto, durante muitos anos a minha canção de amor preferida
tinha nome de mulher: Martha, por Tom Waits. Passados os tempos do erotismo e da
nostalgia, restam-nos o pragmatismo do amor trágico e o realismo do amor melancólico. Apesar de tudo, acho que é mais saudável viver sem ilusões. Se é que pode haver saúde no amor.
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