O peido ganha forma e cresce dentro de nós. Tentamos contê-lo,
vá-se lá perceber porquê. Não o queremos dentro de nós por gostarmos dele, por
termos por ele qualquer tipo de admiração. Simplesmente contemos o peido, retraímo-lo,
oprimimo-lo, impedimos que vá à sua vida, que se autonomize, que se liberte da
nossa tirânica arbitrariedade. Mas o peido é sempre mais forte do que nós. O peido
há-de sempre vencer-nos como o escravo que vence o senhor.
3 comentários:
a melhor tese que já li sobre o assunto (tinha que ser) :)
e o que tem de ser
tem muita força
LOLOL!!!
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