domingo, 20 de maio de 2018

20 DE MAIO DE 2018




   O Churchill de Brian Cox, orientado por Jonathan Teplitzky, denota um inspirador lado humano. Tem o rosto da dúvida dividido entre o dever da esperança e o fardo da culpa. São duas faces de um mesmo líder que o humanizam, que o tornam respeitável. Terá sido mesmo assim?
   Olhamos para os rostos dos líderes políticos de hoje e só vemos nomes, nomes que não queremos pronunciar, por nos provocarem asco e nos deixarem nauseados. Não vislumbrarmos nesses rostos senão prepotência, avidez, aquela ostentação de poder que tudo corrói. Não há neles sinal de fraqueza. No entanto, nada inspiram senão fraqueza, mesquinhez, desumanidade.

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