quinta-feira, 17 de maio de 2018

UM LIVRO FELLINIANO



A cada conto há parágrafos finais a selarem o fim com um olhar de assumido e lúcido desencantado presente. Um livro felliniano, a fazer-nos lembrar o filme Amarcord do realizador italiano Federico Fellini. O passado a ser filtrado por uma memória que atua sobre o que ficou para trás e não foi esquecido, nada garantindo que realmente assim tenha sido. No cineasta e no escritor encontramos humor, mas menos conformado nos textos do Henrique.

Manuel Silva, aqui.


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