A cada conto há parágrafos finais a selarem o fim com um
olhar de assumido e lúcido desencantado presente. Um livro felliniano, a
fazer-nos lembrar o filme Amarcord do realizador italiano Federico
Fellini. O passado a ser filtrado por uma memória que atua sobre o que ficou
para trás e não foi esquecido, nada garantindo que realmente assim tenha sido.
No cineasta e no escritor encontramos humor, mas menos conformado nos textos do
Henrique.
Manuel Silva, aqui.

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