sexta-feira, 27 de julho de 2018

27 DE JULHO DE 2018


Escolhida a banda sonora, entretanto acrescentada com um CD onde constam The Aloof, Cornelius, Isotope 217º, Tango Orkestret, Propellerheads e demais épicos para ilhas desertas, é hora de se fazer a biblioteca portátil. Materiais distintos preenchem o saco prévio, não sendo certo que venham a ser lidos. As opções serão momentâneas, conforme a disposição e os lugares. Em matéria de ficção, é muito provável que Julio Cortázar venha a fazer-me companhia com “Os Prémios” (Cavalo de Ferro).  Mais curto, mas bastante apetecível, “A Ordem do Dia” (D. Quixote), de Éric Vuillard, será leitura certa. Foi Prémio Goncourt 2017. Em matéria de poesia, constarão no leque a “Poesia Reunida” (Cotovia), de Manuel Resende, uma antologia de Luis García Montero intitulada “As Lições da Intimidade” (Abysmo) e as plaquetes “Privilégio de Penumbra” (Abysmo), de Felipe Benítez Reyes, e “Exupéry Significa Perder-se” (Douda Correria), de Yannis Stiggas. Depois temos Galeano em dose dupla. A Antígona não dá tréguas: “Espelhos Uma História Quase Universal” e “As Palavras Andantes”. Pelo sim, pelo não, levarei também “O Homem Revoltado” e as “Investigações Filosóficas”. Gosto de filosofar na praia, rodeado de gente despida e com o mar a refrescar-me o pensamento.  

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