Nuno Moura, João Paulo Esteves da Silva, Paulo da Costa Domingos, manuel a. domingos, Carlos Alberto Machado, Pedro Mexia, Miguel-Manso, Miguel de Carvalho, Rui Costa, Margarida Vale de Gato, Cláudia Souto, André Corrêa de Sá, Sílvia Guerra, Helena Vieira, Elisabete Marques, Marta Navarro, m. parissy, Jaime Rocha, Fernando Mora Ramos, José Carlos Faria, José Ricardo Nunes, Pedro Serpa, Luís Germano Fonseca, Ventilan, todo o pessoal do Teatro da Rainha, assistência, muito obrigado e bom ano. Retomaremos já em Janeiro de 2019, com António de Castro Caeiro e José Anos. Até já.

6 comentários:
A programação era exemplar, pena estar bastante longe e não poder assistir. Mas agora vais levar o pior prof. de filosofia da história da humanidade e um poetastro???!!! Experimenta convidar o poeta-boémio para uma taberna das Caldas... Horror!! Nesses sítios não há gin-tonics nem gajas embevecidas.
E que tal uma sessão anti-literatura? Eh, eh... https://hojemacau.com.mo/author/pj-miranda/page/5
Têm graça esses supostos anti-literários que detestam a coisa e que são outsiders e coisa e tal... Uma graça que até embaça. Já o Manuel de Freitas passa o tempo a alabar gente que manda foder a literatura (mesmo que seja figuradamente), dá igual, vai tudo a eito literal, foder a literatura é o supra-sumo da literatura. Bom, mas pelo menos o Manuel de Freitas é um tipo gentil e simpático, e até tem vasto trabalho de edição. Já estes pentelhos com maus estudos de filosofia, armados ao maldito, betinhos filhos de queques, não há pachorra... Estudaram quase todos na FCSH (sim, Fialho, tu que andaste na Clássica não tens toda a informação), onde aprenderam e reproduzem aquela linguagem de charco. Sim, que se foda a literatura, sobretudo a deles, que as bibliotecas e até as livrarias estão cheias de livros para ler. E as traduções de Aristóteles para impressionar a loira do quinto esquerdo... Tu Fialho, que seguramente sabes o que são as classes populares e o quanto custa cultivar-se e fazer algo, como aguentas tais ridicularias? Das duas uma, ou um gajo traduz Aristóteles como deve de ser, rigorosamente, ou tá quieto, vai beber um licor ao tasco com quem aprecia algo nesta vida genuinamente. Mas para impressionar gajas embevecidas com poesia copiada e traduções taralhoucas incapazes de distinguir a própria evolução do texto fixado... Mulheres há muitas, de todas as cores e feitios. Embevecidas com linguagem de charco só há um tipo: aborrecidas, como eles todos.
Eu estudei na Católica. Bom ano também para si.
Na Católica?! Por isso escreveste aquele texto (que apagaste) em que afirmavas que Lisboa era ridícula. Sim, aquele zeitgeist dos autocarros laranjas...
Bom ano.
Permite-me. Estes anti-literários que detestam a coisa e que são outsiders e coisa e tal, mamam todos da mesma teta: a literatura... Deve ser dos tempos, é como se o Michelin desse umas estrelas a um restaurante onde o prato é aquilo que cospes no próprio prato.
Publicar um comentário