O Ricardo é agora principalmente conhecido por ser a
estrela e locomotiva do Governo Sombra, um programa que reúne três
(quatro?) personalidades unidas na sua perseguição política ao PS. O José Diogo
Quintela foi para o esgoto a céu aberto sacar uns cobres a alimentar o clima de
ódio e perseguição política ao PS. O Tiago Dores ingressou recentemente
no Observador onde faz coro na madraça para a perseguição política ao
PS. Resta o Miguel Góis, que aparenta ser apenas publicitário mas que, calhando
imitar os colegas, tem muito por onde escolher se a intenção for a de ganhar
dinheirinho do bom na perseguição política ao PS.
Quem melhor para responder a Valupi senão o próprio Valupi, esse grande cómico? O último parágrafo deste post também é de antologia.
"Corria o ano de 2007 quando o PNR colocou no Marquês de Pombal um cartaz onde defendia a expulsão de estrangeiros e o fim da imigração, em nome do “nacionalismo”. Os Gato Fedorento surpreenderam mediática, social e politicamente – mas também culturalmente – o País ao colocarem ao seu lado um cartaz que parodiava a mensagem do PNR..."
ResponderEliminarnão sei se a performance do black skin - https://www.youtube.com/watch?v=U_7jqbW2PKs - no programa vai tudo abaixo da sic radical foi anterior ou posterior à resposta dos gato fedorento. ele faz uma referência aos "fedorentos" mas não ao cartaz.
seja como for, do texto do valupi não vale um bocejo.
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https://www.youtube.com/watch?v=o4gYWNYwwUg - particularmente interessante nesta nova performance de black skin é o desconforto demonstrado por "salazar", mais ou menos a partir dos 55 segundos, quando confrontado com o hino de portugal.
bom domingo!
O black skin era muito bom. :-)
ResponderEliminarO Black Skin, como se pode ver pelas imagens, está junto do segundo cartaz do PNR nesse episódio, colocado como resposta por terem pinchado com tinta o cartaz original, o tal parodiado pelos Gato.
ResponderEliminarMas mesmo que o Black Skin/Vai Tudo Abaixo tivesse antecedido na gozação o cartaz dos Gato, tal não equivaleria ao mesmo gesto simbólico. Um não passa de um número televisivo, por isso apenas lúdico ou essencialmente lúdico. O outro é uma intervenção política, onde a linguagem do humor servia objectivos ideológicos (no caso, por antagonismo gerado pela manipulação do discurso do PNR).
Quanto ao que escrevi não valer um bocejo, não posso concordar mais.