E na terça foi assim, com o Nuno Costa Santos: encenámos o melancómico, falámos de e lemos Fernando Assis Pacheco, explorámos a ideia de marginal ameno...
...ficámos a conhecer a revista Grotta, citámos Emanuel Jorge Botelho, vimos e lemos e lembrámos Ruy Belo e Teresa Belo, ouvimos, tornámos presente...
...andámos algures entre os Açores, São João da Ribeira, Lisboa, com o apoio técnico do Miguel Costa e do Filipe, com a ajuda do actor Nuno Machado, com um público *****. Espero que tenha sido tão bom para os outros quanto foi para mim. As fotografias são da Margarida Araújo.



1 comentário:
O Melancómico é das melhores coisinhas que a televisão portuguesa já conheceu e nunca ninguém pegou naquilo como merecia, o que diz muito acerca do estado da Urbe!...
Quanto ao Conan, estou contigo na abordagem que fizeste. Não passa, nem nunca passará de cliché musical... Sem uma qualquer réstia de um qualquer conteúdo que seja, digamos...
Mas como já te tinha dito, sou bem mais tolerante relativamente à linguagem utilizada por mais ininteligível que seja. Tudo aquilo é muito geracional e direccionado para um determinado público de vida imberbe ávido pelo vazio. Pode não ter sentido mas penetra bem na asfixia mental que reina. :)
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