Tenho feito um certo esforço para me abstrair. Trabalho,
leio uns livros, vejo uns filmes, vou a concertos e exposições, ando a pé,
cozinho, bebo. Mas por mais que me esforce, às vezes é impossível ficar
indiferente à bestialidade de certas figuras. Acabei de ler agora mesmo no
Facebook a frase que reproduzo ao alto. Duarte Marques não é inédito em
patranhas do género. Há uns tempos, exprimia-se à pimba (aqui). Depois andou pelas televisões
a tentar morder as canelas de Pacheco Pereira, acabando por ser enxotado com uma elegante indiferença. Enfim, tem um rosto e um currículo. O rosto é
este. O currículo é a merda do costume, uma merda que de algum
modo fundamenta a citação reproduzida ao alto, pensada, escrita e publicada, a
frase de um burgesso ao seu mais baixo nível. Esqueçam a frase, fixem bem o rosto.
É de porcaria como esta que o nosso Parlamento está cheio. Não admira que o mestre
Bordalo lhe chamasse pocilga.

A tríade dos imbecis dos imbecis do psd: Duarte marques, Hugo Soares e Paulo Rangel, imbecil internacional.
ResponderEliminarMerda da mais fedorenta, sim. O mais impressionante é que há seguidores do "pensamento".
ResponderEliminarHá sempre seguidores. Poucos, muitos, mais, menos, mas há sempre seguidores.
ResponderEliminarAnseio pelo dia em que a assembleia da república seja ocupada por pessoas que, um dia, mesmo que tenha sido há muitos anos, já trabalharam.
ResponderEliminarNão peço mais. Nem sensibilidade, nem noção da realidade, nem que alguma vez tenham vivido fora dos grandes centros, nem sequer que tenham lido um livro na vida. Já fico contente se alguma vez tiverem tido um trabalho e tiverem vivido dele.
Pois, dava jeito.
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