Na passada terça-feira tivemos uma mão cheia de convidados.
A meu lado, como prova a imagem acima da Margarida Araújo, estiveram Rui
Ferreira de Sousa, Sousa Fernando e Jaime Rocha, Mário Galego (a quem chamo
sempre Delgado, talvez por ser o nome do meu guitarrista português preferido) e
m. parissy.
Falámos de Lawrence Ferlinghetti e de Mizé Gandaio, escutámos
histórias com a Nazaré em pano de fundo.
Percorremos a Tetralogia da Assombração, do Jaime Rocha, com
o pasmo de quem se deslumbra a ouvir contar como se erguem obras.
O m. parissy não revelou a origens do seu nome, mas explicou como
da non nova sed nove, nos anos 90, se chegou à volta d’mar no séc. XXI.
E lemos poemas e ouvimos ler poemas, com diseurs
directamente e voluntariamente saídos da assistência.
Sete, a antologia da volta d’mar, anda por aí. Para casa trouxe o sal
de mais uma noite bem passada. As duas primeiras fotos são da Margarida, as restantes do Ricardo Aurélio. A banda sonora era dos Madredeus, por razões que só a mim lembrariam.






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