segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CATECISMO

Desconheço os argumentos que impelem os nossos deputados a censurar a adopção de crianças por casais homossexuais, mas fazendo uma pesquisa no Google com as chaves padre+condenado+pedofilia julgo ser da máxima urgência votar-se uma lei que proíba as criancinhas de irem à catequese.

7 comentários:

  1. Será a isto que o Dr Marinho chama loby gay?

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  2. Deixai vir a mim as criancinhas.

    Lição n.º1:

    "Talvez pensem, meus caros amigos, que, entre tantas religiões que existem no mundo, a minha intenção seria a de excluir, pelo menos desse número, a religião cristã, apostólica e romana, que professamos, e da qual dizemos ser a única que reconhece e adora como deve ser o verdadeiro Deus, é a única que conduz os homens no verdadeiro caminho da salvação e de uma eternidade feliz. Mas desenganai-vos, meus queridos amigos, desenganai-vos disso e, de uma forma geral, de tudo o que os vossos piedosos ignorantes, ou escarnecedores e interesseiros, padres e doutores se esforçam por vos dizer e fazer acreditar, sob o falso pretexto da certeza infalível da sua pretensa santa e divina religião."

    Jean Meslier, "Memória".

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  3. Com o devido respeito pelas opiniões de todos, estou por uma vez de acordo com a decisão.
    Passo a explicar, existe o legítimo direito de um casal homossexual adoptar uma criança, mas antes desse direito está o superior direito da criança. Uma criança tem todo o direito de pretender a uma família natural, composta por um casal, só depois de esgotada essa possibilidade, poderá haver outra.
    Como explicar mais tarde a uma criança que houve alguém que escolheu por ela?
    É esta a minha opinião, independentemente de achar que o amor e a dedicação nada tem a ver com a sexualidade...
    "Está tudo tratado e nada resolvido"

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  4. Rui Mota, você diz: «existe o legítimo direito de um casal homossexual adoptar uma criança».

    Eu pergunto: existe?

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  5. Sim. Eu acredito que sim. Mas nos casos em que a criança tenha como única opção o orfanato. Nesse caso a alternativa será seguramente melhor, penso eu...

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  6. Rui Mota, você até pode pensar que sim mas os nossos deputados pensaram que não. É essa a questão.

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