Vinte anos depois, conheço pessoalmente o autor desses livros que me chegavam pelo correio com simpáticas dedicatórias. Conversa animada. Ao termo da noite, ele foi pelo chocolate quente. Eu preferi a aguardente. Falou-se do passado, do presente e dos futuros possíveis. Feliz coincidência entre duas pessoas, esta de ambas apreciarem cada vez mais a solidão e o isolamento fugindo do que nessa noite fizeram. Concílio de solidões, portanto. Vila Real.
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