Uns com tanto, outros com tão pouco. Diz Quitéria. A verdade é que esta dialéctica da senhora e da escrava entre pernas levanta diversos problemas que urge acautelar. Desde logo, seria importante esclarecer junto da ACT se os direitos da vagina proletária estão assegurados face ao laxismo humilhante da vagina burguesa. Depois, a DECO devia pronunciar-se sobre os direitos do consumidor nestes casos. É natural que no decorrer da prestação de serviços, o utente fique sem saber para onde se voltar. Caso se equivoque na vagina, poderá ser acusado de exploração, assédio, violação ou outro crime qualquer? Muitas outras dúvidas se erguem neste contexto, mas por ora parecem ser estas as matérias mais prementes. Bom dia e boa semana.

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