Não sei por onde ir, estou presa. Presa nesta neblina alabastrina, nesta escuridão de branco. Podias ter-me deixado um sinal, algo a que me agarrar. Uma pista para seguir, um cheiro para te encontrar, um grito, uma palavra, um sussurro... Nada.
Cristina Ferreira Parente, in A Hora Azul, com ilustração de Ana Vasco, Menção Honrosa Prémio Literário José Luís Peixoto, 2019.

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