Um sonho: tento colocar um bebé numa dessas cadeiras auto que me parecem bastante confortáveis. Só que a cadeira está repleta de fios, um emaranhado de fios eléctricos, cabos que eu tenho de descobrir onde encaixam e não consigo. O bebé tomba, cai, curva-se como um boneco de trapos. A certa altura ameaço-o com um murro, olha-me enraivecido. E eu embrulho-me nos fios, nos cabos, naquele emaranhado indecifrável de fibras e filamentos.
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