Uma gralha trouxe-me uma ideia: escrever um livro de trás para a frente, a começar na última página, podia ser a 700, e a terminar na primeira, podia ser a 0. Provavelmente já foi feito, mas eu acrescentaria a esta contagem decrescente um elemento explosivo. Qual pager israelita, o livro implodiria nas mãos de quem chegasse ao fim, ao zero, ao nada. Deste modo, leitor e livro iriam desta para melhor. Abandonei a ideia ao constatar que, muito provavelmente, não sobreviveria a tal objecto, o primeiro leitor seria eu, o autor do livro, a figura tutelar da obra, o criador da criatura. Portanto, a modos que o livro assassino redundaria num livro suicida. Fica para depois.
sábado, 28 de março de 2026
IDEIA PARA LIVRO
Uma gralha trouxe-me uma ideia: escrever um livro de trás para a frente, a começar na última página, podia ser a 700, e a terminar na primeira, podia ser a 0. Provavelmente já foi feito, mas eu acrescentaria a esta contagem decrescente um elemento explosivo. Qual pager israelita, o livro implodiria nas mãos de quem chegasse ao fim, ao zero, ao nada. Deste modo, leitor e livro iriam desta para melhor. Abandonei a ideia ao constatar que, muito provavelmente, não sobreviveria a tal objecto, o primeiro leitor seria eu, o autor do livro, a figura tutelar da obra, o criador da criatura. Portanto, a modos que o livro assassino redundaria num livro suicida. Fica para depois.
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