Um HOMEM DE PORLOCK bateu à porta de estrofes sonhadas.
E a pluma de Coleridge não mais abriu-se ao sonho <de que
antes, febrilmente, se lembrava>. [Plot]
(Ai! Cinza de versos! Quem me chama?)
José Emílio-Nelson, in O Homem de Porlock - Film, posfácio de Tiago Cfer, insert de Marcelo Ariel, fotografias de Sebastião Resende, Edições Esgotadas, Setembro de 2026, p. 74.

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