Entre os investimentos estruturais que nunca carecem de
fundos neste país à beira-mar plantado temos o fogo de artifício. Pode não
haver dinheiro para ajudar quem precisa, para fazer face às intempéries, para a
cultura, para melhorar escolas, pagar a cantoneiros, etc., mas que nunca nos
falte o fogo de artifício. Seja no Ano Novo ou no ano velho, queimem-se os
euros na pólvora que nos ilumina e no ruído que nos ensurdece.
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