Levar a vida como uma construção
inacabada, isto é, abandonada pelo caminho. À superfície, tudo surge interessante e excitante. O tempo encarregar-se-á de escavar os problemas,
levando-nos até à raiz em que a saturação, o tédio e o cansaço medram. O
encanto perde-se, então, e a gente afasta-se deixando o romance a meio. Kafka,
Pessoa, Musil, Turner, etc...
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