sábado, 26 de janeiro de 2019

O GRANDE CÓMICO


O Ricardo é agora principalmente conhecido por ser a estrela e locomotiva do Governo Sombra, um programa que reúne três (quatro?) personalidades unidas na sua perseguição política ao PS. O José Diogo Quintela foi para o esgoto a céu aberto sacar uns cobres a alimentar o clima de ódio e perseguição política ao PS. O Tiago Dores ingressou recentemente no Observador onde faz coro na madraça para a perseguição política ao PS. Resta o Miguel Góis, que aparenta ser apenas publicitário mas que, calhando imitar os colegas, tem muito por onde escolher se a intenção for a de ganhar dinheirinho do bom na perseguição política ao PS



Quem melhor para responder a Valupi senão o próprio Valupi, esse grande cómico? O último parágrafo deste post também é de antologia. 

3 comentários:

Anónimo disse...

"Corria o ano de 2007 quando o PNR colocou no Marquês de Pombal um cartaz onde defendia a expulsão de estrangeiros e o fim da imigração, em nome do “nacionalismo”. Os Gato Fedorento surpreenderam mediática, social e politicamente – mas também culturalmente – o País ao colocarem ao seu lado um cartaz que parodiava a mensagem do PNR..."

não sei se a performance do black skin - https://www.youtube.com/watch?v=U_7jqbW2PKs - no programa vai tudo abaixo da sic radical foi anterior ou posterior à resposta dos gato fedorento. ele faz uma referência aos "fedorentos" mas não ao cartaz.

seja como for, do texto do valupi não vale um bocejo.

*

https://www.youtube.com/watch?v=o4gYWNYwwUg - particularmente interessante nesta nova performance de black skin é o desconforto demonstrado por "salazar", mais ou menos a partir dos 55 segundos, quando confrontado com o hino de portugal.

bom domingo!

hmbf disse...

O black skin era muito bom. :-)

Valupi disse...

O Black Skin, como se pode ver pelas imagens, está junto do segundo cartaz do PNR nesse episódio, colocado como resposta por terem pinchado com tinta o cartaz original, o tal parodiado pelos Gato.

Mas mesmo que o Black Skin/Vai Tudo Abaixo tivesse antecedido na gozação o cartaz dos Gato, tal não equivaleria ao mesmo gesto simbólico. Um não passa de um número televisivo, por isso apenas lúdico ou essencialmente lúdico. O outro é uma intervenção política, onde a linguagem do humor servia objectivos ideológicos (no caso, por antagonismo gerado pela manipulação do discurso do PNR).

Quanto ao que escrevi não valer um bocejo, não posso concordar mais.