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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

PASSADO, PRESENTE, FUT...

Acabei de ver na TVI uma discussão muito interessante entre um historiador que se afastou do PCP em 1968 e esteve na fundação do MRPP em 1970, um ex-político que foi maoísta mas acabou como deputado do PSD e um advogado que saiu do PCP em 2009. Estiveram todos a discutir o passado e o futuro do PCP. Os do PCP propriamente ditos ficaram em casa, como manda o embargo. Porreiro, pá.

sábado, 21 de novembro de 2020

EMBARGO

Durante a conferência, 4, pelo menos 4 lacaios, interrogaram o primeiro-ministro sobre o congresso do PCP. Nem 1 fez pergunta semelhante dando como exemplo a convenção do Chega. O primeiro-ministro foi buscar a lei, de 1986, e explicou-a como se estivesse na escola primária a ensinar a tabuada do 1. Faltou dizer aos senhores lacaios com cartão de jornalista que a actividade política não foi suspensa, nem para o PCP nem para o Chega nem para nenhum outro partido. A preocupação com a percepção pública é comovente, leva-nos até a ter pena de tal percepção pelas dores de alma que deve causar a quem vem desde há muito impondo um embargo mediático ao PCP. É que essa percepção não é senão alimentada pelas preocupações da comunicação social, de quem, pela graça de uma coisa rara chamada coerência, o PCP não está, nunca esteve, jamais estará refém.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

DO VERBO MOFAR

Um burguês instalado, filho dos papás, velho como as coisas mais velhas, a fazer perguntas com cheiro a mofo: Você tem um amigo preto? Se a sua filha quisesse casar com um cigano, qual seria a sua opinião? Como é possível trabalhar numa coisa que se repudia? Só faltava a mini e o prato com tremoços no cenário. Fez-me lembrar aqueles jogos em que um tipo está tão cansado que já nem quer saber, fica lá com a bicicleta. O problema é que o gajo que ficou com a bicicleta vai incendiar a aldeia. Querem apostar que o mesmo burguês panhonha que ali esteve enfastiado a bufar perguntas da caca vai perguntar ao João Ferreira se a Venezuela é uma democracia? Estamos feitos. Sugestões de questões para fazer ao facho? Cá vão duas, de borla. Aproveitem que eu não duro para a eternidade:

1. Diz que não gostava que uma filha sua casasse com um cigano. E se fosse com um dos neonazis do seu partido?

2. Por que é que você diz tantas vezes uma coisa e o seu contrário?

3. Quanto é que passou a ganhar desde que é deputado? O que fez com o que julga excessivo, deu aos pobrezinhos?

4. Se um gay lhe apalpasse o cu na rua, como reagiria?

5. O que acha das falcatruas em que o seu Benfica anda metido?

6. O que faz o seu partido ao pilim que recebe do Estado?

7. Os padres pedófilos deviam ser castrados? Vem na Bíblia?

8. Já sabemos que tem poderes medicinais em matéria de vício tabágico. Quanto a vírus, como é?

9. O que pensa dessa malta que nega a pandemia, não quer usar máscara, e o apoia como a um santo?

10. Os seus amigos pretos gostam de ciganos? Casaria uma filha sua com um dos seus amigos pretos? E se o futuro genro fosse filho de uma cigana com um preto nascido na Guiné colonizada?

11. Há polícias corruptos?

12. Um polícia que abuse da autoridade deve ser castrado?

13. Rui Rio: autoritário pacóvio, noiva rejeitada ou puta fina?

& etc. Desculpem, eram para ser só duas.

domingo, 15 de novembro de 2020

FESTA DE NATAL

Um país que é um circo, com um palhaço na presidência da República, um equilibrista como primeiro-ministro, uma comunicação social reduzida à condição de caniches amestrados, uma oposição de ilusionistas. Não há paciência para este circo, é uma tristeza assistir, de dia para dia, ao afundar da democracia. Ontem, ao passar os olhos pelo telejornal da SIC, lá veio a bucha do congresso do PCP. Será a Festa do Avante de Inverno, preparem-se. Está tudo encenado para a nova retórica dos favorecimentos, uma narrativa que só favorece, publicita e propagandeia os grunhidos daqueles que ainda ontem, em pleno Rossio, entre "caralhadas" diversas, falavam de uma "pseudo-pandemia ó qu' é". Tudo isto é muito triste, perceber que quem mais tem o dever de defender a democracia é quem está menos preparado para o fazer. Do berço dado por Passos Coelho ao discurso xenófobo até à coligação açoriana recentemente subscrita pelos paladinos do liberalismo, passando pela contabilidade de vergonhas na AR, é uma passadeira estendida à passagem de um Portugal burgesso como há muito não se via.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

INDECENTE

Um amigo fez-me chegar por Messenger um daqueles arrotos que o João Miguel Tavares publica no Público convencido de que são crónicas. Não fui ler, já dei para o peditório do João Miguel. De resto, o que a chamada revelava não acrescenta nada à bazófia exibida semanalmente no Governo Sombra. A tese agora é que não há diferenças substanciais entre o que defendem Chega e BE ou PCP. São todos igualmente perigosíssimos. Isto podia não merecer comentário, mas não podemos esquecer o convite que Marcelo (cada vez mais senil) fez a este palerma para discursar no dia de Camões. A coisa até saiu em livro, para desgraça da literatura em geral e de algumas árvores em particular. Quando assistimos à celebração generalizada do afastamento do trampa, quando aguardamos ansiosamente por outras descargas de autoclismo a bem da higiene mental dos povos e de uma réstia de decência no debate político, vem este tonteco com tais comparações. É mais um da direita portuguesa que faz questão de não perceber nada, de assobiar para o lado, varrer para debaixo do tapete. Vão todos ficar com os pés a cheirar a merda queixando-se de quem leva os cães a passear. Decência, bastaria esta palavra para que o João Távarrres não metesse tudo no mesmo saco confundindo alhos com bugalhos. Meter tudo no mesmo saco é o primeiro passo para que a escumalha se fortaleça. É claro que quando o mal estiver feito os "genuinamente liberais" deste mundo vão dizer que não foi nada com eles. Pois claro, como pode ser amigo do ambiente quem nunca fez a separação do lixo? Eu faço. Por exemplo, não meto no mesmo saco o Chega e a IL. É uma questão de decência, higiene mental, profilaxia que o palermóide do Governo Sombra parece estar interessado em negligenciar. Não viria mal ao mundo, não fosse o palco que lhe dão.

sábado, 31 de outubro de 2020

TÉDIO

O PM foi claro. Fastidiosamente claro e objectivo. O que chamar aos jornalistas que falam em confusão? Serão burros? Asnos? Ou estarão interessados em confundir? Subitamente, parece que voltei a estar numa reunião de professores. Todos a discordarem uns dos outros dizendo as mesmíssimas coisas. Que tédio.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

MUNDO DA TRETA

Se os negacionistas são uma espécie esquisita, os que acreditam em tudo não o são menos. Tenho-me lembrado de alguns posts do Pedro Mexia sobre leitores que acreditavam em tudo quanto ele publicava nos weblogs, como se aquele registo de desabafos quotidianos fosse um confessionário. Eram posts divertidos. O fenómeno das fake news veio tornar tudo menos divertido. A verdade é que os incrédulos são meia dúzia de tontos, perfeitamente identificados, cuja capacidade de influenciar comportamentos é diminuta, mas os crédulos sem espírito crítico são em maior número e, sem dúvida, mais perigosos. Este mundo da treta é deles. Onde pretendo chegar? Aqui: desconfiem, estudem. E sejam humildes em matéria de conhecimento. Há sempre algo que nos escapa.

JURAMENTO DE HIPÓCRITAS

Então como estamos de Fórmula 1? A JSD foi colar cartazes? O Ferrão pronunciou-se? A SIC fez 1001 reportagens com 1002 indignados? E como estamos em matéria de ondas gigantes na Nazaré? Marcelo quis planos de contingência tornados públicos? É só para saber.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

EM RESUMO

A minha verdade é simples. Em morrendo, lamentaria apenas, se é que um morto pode lamentar alguma coisa, os livros que queria ler e não li, as viagens que não fiz e devia ter feito, o concerto do Tom Waits a que não assisti. O resto é resto.

terça-feira, 27 de outubro de 2020

O ÚLTIMO A RIR

O PSD foi a barriga de aluguer que gerou Ventura. É história. Depois de todas as patifarias vindas a lume, já com a base ideológica claramente clarificada, o Chega tem merecido a compreensão de Rui Rio. O episódio de hoje é sintomático do que se passa na política portuguesa. A crise está aí, Ventura ri e até é provável que esfregue as mãos de contentamento. Nos Açores, acabou de almejar mais dois tachos para cozinhar o seu ideário populista, racista, xenófobo, elitista. Em suma, ideário fascista. Rui Rio acompanha Ventura nos risinhos quando Jerónimo se levanta para falar no parlamento. Percebe-se quem está no lado da responsabilidade, pensando nas pessoas, e quem se instalou no lado da politiquice, pensando em benefício próprio. Ventura ri. Rio ri. Jerónimo diz que não acha graça nenhuma. Eu também não, e desconfio que para lá das paredes do parlamento sejam poucos os portugueses a achar alguma graça a estes tempos que estamos a viver.

UM HUMANISTA


 

Quando a II Grande Guerra rebentou, voluntariou-se para conduzir uma ambulância. Residente em Paris, viu França ser ocupada pelos nazis. Juntou-se à Resistência. Depois da Guerra foi para a Normandia, Capital das Ruínas, como lhe chamavam os franceses, ajudar num Hospital da Cruz Vermelha. Era um humanista.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

PRESIDENTES

 


Fiz uma pesquisa por “naked presidentes” e os resultados foram confrangedores, o Google envia-me directamente para um livro. Que maçada. É preciso escarafunchar a memória para entender o statement de Marcelo. Há naquela pose-de-estado-para-levar-vacinas um gesto pedagógico, não fosse o presidente professor. Marcelo quis dar o exemplo, quis dizer aos portugueses que deviam despir-se de preconceitos e abraçar a vacinação com o maior à-vontade possível. É muito mais pedagógico do que andar a espreitar maminhas em praias de nudistas, passear acabrunhado de t-shirt molhada ou trepar coqueiros. O problema de Marcelo é que aparece muitas vezes nu. Passámos o verão a vê-lo nu, em versão “Marés Vivas”, entra pelo Outono nu, em versão “Anatomia de Grey”. Temo pelo que possa suceder no Inverno. Espero e desejo, sinceramente, que não tenha de ir fazer uma avaliação da próstata. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

DE HUMILHADA A ELEITA


 

Aquando do golpe, a imprensa portuguesa patrocinou todo o tipo de notícias. Agora que o golpe foi pelo esgoto com eleições democráticas, assobia-se para o lado. É sempre assim. A indiferença para com o que se vai passando no Chile também é sintomática do "seleccionismo" que determina as opções dos nossos jornalistas, que só têm olhos para o Guaidó da Venezuela e congéneres protegidos do "trumpismo". É bom que nos interroguemos porquê, até pelo tipo de perguntas que fazem a João Ferreira e não fazem a outros candidatos à Presidência da República Portuguesa. Na Imagem está Patricia Arce Guzman, humilhada publicamente há um ano, agora eleita senadora por Cochabamba.

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

7 MILHÕES DE PORTUGUESES TÊM SMARTPHONE

A notícia é de 2018, agora não sei como será. Eu tenho há pouco mais de um ano, não há dia em que não me arrependa. Isto vem a propósito da hipotética obrigatoriedade de uma App. Quem tem o smart, aplica. Quem não tem, não aplica. É simples. Mas se 7 milhões aplicarem, talvez isso possa fazer alguma diferença. Deve ser este o raciocínio de quem nos governa. Eu ainda não apliquei, pois não consegui perceber a vantagem e nenhuma garantia me foi dada sobre protecção de dados. Eis o que é preciso explicar às pessoas: qual a vantagem e se estão protegidas. O resto é chiste.

domingo, 11 de outubro de 2020

SERÁ DOENÇA?

Hoje estive a olhar para as estatísticas do weblog. Um fenómeno curioso é raros serem os posts sobre música, ficção, cinema, teatro, filosofia ou mesmo política que geraram polémica e discussões acérrimas com comentários anónimos. Só a poesia gera indignação por estas bandas. Com tiragens raramente superiores a 300 exemplares, um espectro de leitores que se conhecem praticamente todos uns aos outros, dezenas de pequenas editoras a publicarem centenas de livros todos os anos, é do domínio do fantástico as doses de fel produzidas entre poetas e leitores de poesia. Será doença?

QUEM DÁ MAIS

Quem é que vai chegar-se à frente com o primeiro livro de Louise Glück em português? Assírio & Alvim, Relógio D'Água, Tinta-da-China? Porto Editora, Bertrand? Entretanto encontrei poemas traduzidos para português (de Portugal) nos weblogs "Do Trapézio, Sem Rede", "Enfermaria 6", "O Melhor Amigo" e "Rua das Pretas". Quem dá mais? Seria lindo que aparecesse numa pequena editora.

sábado, 10 de outubro de 2020

PRÉMIOS

Vem na Wikipédia: "Os seguintes prémios são concedidos anualmente: Nobel de Física (decidido pela Academia Real das Ciências da Suécia), Nobel de Química (decidido pela Academia Real das Ciências da Suécia), Nobel de Fisiologia ou Medicina (decidido pelo Instituto Karolinska de Medicina), Nobel de Literatura (decidido pela Academia Sueca), Nobel da Paz (decidido por um comitê designado pelo parlamento norueguês), Prémio do Banco Central da Suécia de Economia em memória de Alfred Nobel (decidido pela Academia Real das Ciências da Suécia)". Infelizmente, só o da Literatura gera discussão. O público das redes sociais é parco em conhecimentos de Física, Química e Medicina. De Literatura sabem muito, ou julgam saber, ou acham que é suposto saber. Não sei. Este ano, o da Paz foi atribuído ao Programa Alimentar Mundial (PAM). Também não é tema que gere grandes debates ou discussões. Quem quer saber da fome no mundo?

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

GLÜCK GLÜCK

Tanta gente com o pito aos saltos por causa do Nobel da Literatura, vai-se a ver e Glück. Toma mais um sapo pela goela abaixo. Sempre achei estranho o entusiasmo das pessoas com este prémio, mas ao mesmo tempo divertia-me imenso com ele quando era livreiro. Guardo inúmeras histórias. Sucedeu algumas vezes não termos livros para vender, o que deixava toda a gente muito frustrada. Nomeadamente aqueles clientes que entravam a pedir livros do último Nobel da Literatura. A gente perguntava o nome do autor e não sabiam dizer. Uma vez vinguei-me. Foi no ano em que atribuíram o prémio ao Tomas Tranströmer. Não havia livros. A antologia da Relógio D’Água surgiu no ano seguinte, assim como o livrito em prosa que a Sextante (da Porto Editora) se apressou a publicar para fazer render o peixe. Eu fartei-me de vender livros à conta da lacuna. Tem livros do Prémio Nobel? Temos. E lá ia uma Herta Müller ou um Orhan Pamuk, quando não uma Wisława Szymborska ou um Seamus Heaney. Queriam lá saber quem era o Prémio. Desde que fosse Nobel, e viesse o feito mencionado na badana, era como levar Pepsi à mesa do freguês que pede Coca-Cola. Bebiam na mesma.

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

UM ORGULHO NACIONAL


 

Este escroto deu sinal de vida. Não tenho interesse algum em saber porquê, mas vi o rosto dele associado à palavra “vacina” e fiquei na esperança de que se tivesse voluntariado para testes com a injecção russa ou a chinesa. Estou descansadinho da vida com o percurso exemplar da faneca. Por mim, podem cozinhá-lo no tacho da Goldman ou das vacinas ou do que bem entenderem desde que seja bem longe. O pior que nos podia acontecer era gramar também com este num qualquer canal de televisão a fazer comentário político.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

AO CUIDADO DE GRAÇA & MARIA

É muito novo, para quem olha como inspiração? Admite que o seu aspecto vai a casting? É muito novo, para quando o futuro? Ser o que é foi uma herança de família ou uma escolha sua? É muito novo, ainda não tem idade para saber, como classifica o regime paleo? Rússia, Coreia do Norte e Venezuela, são países de que continentes? Trump e Bolsonaro vestem-se bem? Maduro é rijo? Você é muito novo, diria mesmo um puto, um chavalo, vá lá, mas diga-me: que regimes condena mais, menos, muito ou assim assim? Gostava de falar das suas propostas, das suas ideias, mas o tempo passa rápido. Com isto você envelheceu um poucochinho, ah, ah, ah, ainda há esperança para si, nós é que já não temos tempo. Que chatice.

 

Estou curiosíssimo sobre as questões que Graça Franco e Maria Lopes têm para colocar aos outros candidatos, já que as colocadas ao João Ferreira pareciam saídas de uma gala do Big Brother. Triste país, com jornalismo deste bem podes esperar o pior. Mas como não quero que falte nada às jornalistas em causa, aqui fica a sugestão de algumas perguntas para os restantes candidatos presidenciais depois da entrevista feita a João Ferreira. Não esperando que sigam à risca as minhas indicações, ficaria muito agradecido se, pelo menos, contemplassem algumas destas perguntas nos seus futuros interrogatórios.

 

- Ana Gomes

. Quem é mais anticorrupção: a Ana ou o Paulo de Morais?

. Acha-se uma candidata engraçadinha?

. Militou no MRPP. Que percentagem de maoísmo ainda perdura dentro de si?

. Foi derrotada por Fernando Seara, um homem titubeante, para a Câmara de Sintra. Tino de Rans está à sua altura?

               

- André Ventura

. Com qual dos antigos candidatos presidenciais apoiados pela União Nacional se identifica mais?

. Pena de morte, castração, remoção de ovários. Para quando a defesa do empalamento à moda de Shaka Zulu?

. Qual destes líderes é mais inspirador para si: Trump ou Bolsonaro? Hitler ou Mussolini?

. O Chega cura males de tabaco. O que pode fazer pelas rinites alérgicas?

. Fala do seu partido como uma religião. No novo regime proposto por si a separação de poderes também é para laquear?

. Se for eleito Presidente da República promete respeitar a Constituição da República que pretende rasgar?

 

- Bruno Fialho

. Você é alguma coisa ao extraordinário escritor Henrique Manuel Bento Fialho? Se for, mande-lhe beijinhos. Gostamos muito dele.

 

- Marcelo Rebelo de Sousa

. Pela sua idade não acha algo baboso andar a salvar meninas nas águas do All Garve?

. Na visita à Autoeuropa transpareceu uma certa proximidade com António Costa. Não acha que foi um péssimo exemplo quando andamos a pedir às pessoas distanciamento social?

. André Ventura foi gerado no PSD. Acha que o seu partido se transformou num viveiro de fascistas?

. O seu pai foi político do Estado Novo. Marcello Caetano foi padrinho de casamento dos seus pais. Não lhe cheira a mofo?

. Que regime democrático o inspira mais: a América de Trump, o Brasil de Bolsonaro ou a Hungria de Viktor Orbán?

. Os muros erguidos pelos regimes democráticos são mais bonitos do que o muro de Berlim?

. Ainda é amigo de Ricardo Salgado?

 

- Marisa Matias

. Quando foi convidada para se candidatar?

. Admite que o seu aspecto foi a casting no BE?

. Onde estava quando foi o 1 de Maio de 2020?

. O seu partido é de inspiração tortskista. Trótski era democrata?

 

- Orlando Cruz

- Já por três vezes no passado anunciou a sua candidatura a Belém, mas nunca chegou a formalizar o processo junto do Tribunal Constitucional. Se desta vez tiver o apoio do CDS, desiste?

 

- Tiago Mayan Gonçalves

. Tem um apelido muito curioso. Sugerimos-lhe um slogan: "De Mayan é que começa o dia".

 

- Tino de Rans

. Faça-nos rir. Se conseguir, votamos em si.