segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CATECISMO

Desconheço os argumentos que impelem os nossos deputados a censurar a adopção de crianças por casais homossexuais, mas fazendo uma pesquisa no Google com as chaves padre+condenado+pedofilia julgo ser da máxima urgência votar-se uma lei que proíba as criancinhas de irem à catequese.

7 comentários:

Lourenço Bray disse...

seria mais cómico não tivesses razão.

hmbf disse...

Será a isto que o Dr Marinho chama loby gay?

Manuela disse...


Deixai vir a mim as criancinhas.

Lição n.º1:

"Talvez pensem, meus caros amigos, que, entre tantas religiões que existem no mundo, a minha intenção seria a de excluir, pelo menos desse número, a religião cristã, apostólica e romana, que professamos, e da qual dizemos ser a única que reconhece e adora como deve ser o verdadeiro Deus, é a única que conduz os homens no verdadeiro caminho da salvação e de uma eternidade feliz. Mas desenganai-vos, meus queridos amigos, desenganai-vos disso e, de uma forma geral, de tudo o que os vossos piedosos ignorantes, ou escarnecedores e interesseiros, padres e doutores se esforçam por vos dizer e fazer acreditar, sob o falso pretexto da certeza infalível da sua pretensa santa e divina religião."

Jean Meslier, "Memória".

Rui Mota disse...

Com o devido respeito pelas opiniões de todos, estou por uma vez de acordo com a decisão.
Passo a explicar, existe o legítimo direito de um casal homossexual adoptar uma criança, mas antes desse direito está o superior direito da criança. Uma criança tem todo o direito de pretender a uma família natural, composta por um casal, só depois de esgotada essa possibilidade, poderá haver outra.
Como explicar mais tarde a uma criança que houve alguém que escolheu por ela?
É esta a minha opinião, independentemente de achar que o amor e a dedicação nada tem a ver com a sexualidade...
"Está tudo tratado e nada resolvido"

hmbf disse...

Rui Mota, você diz: «existe o legítimo direito de um casal homossexual adoptar uma criança».

Eu pergunto: existe?

Rui Mota disse...

Sim. Eu acredito que sim. Mas nos casos em que a criança tenha como única opção o orfanato. Nesse caso a alternativa será seguramente melhor, penso eu...

hmbf disse...

Rui Mota, você até pode pensar que sim mas os nossos deputados pensaram que não. É essa a questão.