quarta-feira, 16 de março de 2016

QUEM SERÃO OS CRÁPULAS?

Foi uma das declarações mais escutadas nos últimos dias: era um homem bom. A propósito de Nicolau Breyner todos fizeram questão de sublinhar quão humano, quão bom, quão impecável era o grande artista. Mas fizeram-no sempre com aquela ressalva de que essa bondade era tanto mais importante de afirmar quão rara é no mundo em que se movimentam os intervenientes chamados a testemunhar. O mundo do espectáculo, esse, continuará, supomos, cheio de cretinos, de crápulas, de arrivistas, de gente maldosa e mesquinha. Porque se Breyner era a excepção que ninguém deixou de mencionar, então muitos dos que sobre ele opinaram serão porventura as almas mesquinhas que fazem a regra. Ou não?

1 comentário:

Anónimo disse...

Os crápulas não morrem.